terça-feira, 27 de julho de 2010

94% dos protestantes são a favor do aborto?

Quero relembrar aqui um acorrido em 2008 quando tive o desprazer de ler o um artigo Jornal do comercio de  Recife em maio de 2008.

O artigo era sobre o aborto e as religiões, assinado por Amaury Medeiros, membro da academia Pernambucana de medicina. Ele afirmou que a maioria dos protestantes reconhece o aborto como escolha legitima da mulher...
Vivemos a era do pluralismo, quase sem verdades absolutas. Há outros colunistas afirmando que 94% dos protestantes são a favor do aborto em revistas de circulação semanais e de alcance nacional. Isso é a maior mentira já escrita e repetida, bem que vovó dizia, que papel em branco aceita qualquer coisa...
Ultimamente é tanto colunista colocando palavras na boca dos cristãos e protestantes, a respeito de aborto, sem citar fontes. Os protestantes das igrejas históricas desse país concordam mesmo com a legalização do aborto? Não! A salvo, em situações já amparadas pela lei em nossa nação.
Existem excelentes métodos contraceptivos, porque não usá-los preventivamente? Qual é a real necessidade de fazer a mulher passar por uma experiência traumática como o aborto Se existe diversos métodos contraceptivos eficazes?
O baixo grau de escolaridade e criminalidade está ligado diretamente aos filhos de mães solteiras. A solução não seria outra, ao invés de legalizar o aborto, um crime contra um ser indefeso. Realizem campanhas que valorizem a formação de famílias sólidas, um planejamento familiar sério com mães solteiras. Quem sabe campanhas para diminuir a erotização das crianças, fiscalizar certas mídias o fazem sem nenhum pudor.
JonBenet Ramsey, assassinada em 1996, era
uma popular rainha de beleza
 infantil de apenas seis anos, no Colorado.
Certamente os profissionais da saúde, não realizarão o aborto gratuitamente. Certo? Existe um alto lucro e outros interesses por trás de todo um discurso bem elaborado, dizendo proteger a vida da mulher.
Trabalhamos com famílias em situação de risco social há anos. vemos que não poucas adolescentes que fizeram aborto se sentem culpadas,  enfrentam a depressão e rejeição por parte da família e da sociedade.
O sistema único de saúde também vai pagar tratamento psicológico para essas adolescentes? Isso resolverá o problema do sentimento de culpa intrínseco em suas mentes?  Vai apagar o senso de certo e errado das mentes em formação?

Resumo das ações na região das Enchentes em 2010

A segunda viagem até Água Preta em Pernambuco uma das cidades afetada pela enchente em 2010 foi realizada
Dia 24 de julho de 2010, exatamente um mês após nossa primeira viagem á Água Preta, voltamos na cidade levando colchões, alimentos e produtos de higiene e limpeza para doar aos afetados Pelas enchentes em junho.
36 dias se passaram desde a enxurrada que destruiu parte de muitas cidades nordestinas, vimos que a cidade era outra, a ruas estavam limpas. Avistamos ao longe as barracas inglesas enviadas para os desabrigados por uma organização humanitária. Elas são branquinhas foram montadas em cima de uma colina, nos dirigimos até lá, mas, ao chagar no local nos demos conta de que estavam vazias. Alguns funcionários da CELPE estavam instalando iluminação em um poste próximo as barracas... saímos dali e pudemos ver que mais abaixo as famílias afetadas estavam em barracas improvisadas por eles mesmos cobertas com um plástico preto... veja reportagem sobre a barracas. Clique a assista o vídeo sobre as barracas doadas. Esperamos que as barracas doadas sirvam de fato servir ao que foi destinado. Diante de uma tragédia natural sem precedentes no Nordeste Brasileiro. Assusta a morosidade do socorro prático ás vítimas. Veja AQUI o vídeo das barracas vazias
Na primeira viagem a região dia 24 de junho 2010
Saímos do Agreste de Pernambuco levando donativos, sob ameaça de sermos saqueados no caminho, segundo informações. Fugitivos de um presídio estavam saqueando os carros que passavam na região...
Ao no aproximar da cidade de Catende em PE, já era possível perceber a destruição.
Em Água Preta as pessoas nos contaram que a água veio repentinamente como uma onda, e ninguém conseguiu salvar seus móveis e outros objetos pessoais. Um cenário triste para nós e pior ainda para quem construiu com dificuldades sua casa. Viveu ali por 30 ou 40 anos derrepente ver tudo ir embora sem poder salvar nada.
As enchentes no Nordeste foram terríveis para as pessoas que vivem nas regiões afetadas.
As pessoas pensam que ajuda do governo já chegou, 6 dias após o ocorrido o presidente estava apenas sobrevoando a região.
36 dias após a enchente em Água Preta, nem as barracas estão sendo usadas pelos desabrigados.
 Click e assista o vídeo da nossa primeira viagem que a ONG Pão é Vida fez á Água Preta PE, levando donativos.
Depois dessa primeira viagem fomos junto com o pessoal da Congregacional Vale I levando a Barreiros 3 caminhões com donativos. Barreiros  dia 27 de julho ainda estava interditada. As 15: 00 h quando a cidade foi liberada para entrarmos com os caminhões de alimentos, água e lençóis uma cena marcou muitos de nós...
Uma senhora que correu atrás do caminhão pedindo uma cesta básica, não podíamos entregar ali, ela continuou correndo para ter oportunidade de chegar e pegar alguma coisa. Como havia muita lama nas ruas; ela pisou em algum objeto cortante que furou seu pé, o sangue jorrava, ela continuava correndo...
Dia 6 de julho mais um parceiro enviava um caminhão de alimentos a Palmares...
Dia 10 de julho fomos a Palmares com um caminhão de colchões e alimentos doado por um casal parceiro de São Paulo. Agradecemos aos nossos parceiros, voluntários e pessoas anônimas que contribuíram com essas ações, Não teríamos êxito se não fosse à participação de cada um de vocês, que Deus usou como um canal para enviar ajuda aquelas pessoas.
7 caminhões de donativos chegou em 3 cidades afetadas porque alguém se dispôs fazer sua parte.

Concluintes da primeira turma dos cursos gratuitos em PE

CORTE & COSTURA E INFORMÁTICA
Dia 23 de julho de 2010 aconteceu o encerramento das primeiras turmas dos cursos oferecidos pela ONG Pão é Vida no Agreste de Pernambuco.
O início das turmas se deu dia 25 de março de 2010. O alvo eram pessoas da comunidade próxima ao açude da Manhosa, no Santo Agostinho, (Essas famílias viviam na Favela do papelão anteriormente) e pessoas em situação de risco social que chegam em santa Cruz do Capibaribe sem qualificação, no entanto precisam trabalhar. Os cursos de informática e corte e costura, foram realizados em parceria com e empresa Rota do mar que cedeu máquinas e a PIB, proprietária do imóvel que utilizamos.
Contatos para informações e inscrições: Rua Vereador Severino Ribeiro da Silva, 94 - Bairro novo em Santa Cruz do Capibaribe. CEP 55190 000 ( 81) 9752 0140 / 9278 9315


Foi gratificante ver os projetos desenvolvidos pelos alunos e a alegria estampada no rosto de cada concluinte! Em breve abriremos inscrições para novas turmas. Precisamos de parceiros que nos ajudem com os custos desse projeto.

SEJA UM ASSOCIADO DO PÃO É VIDA AG: 0361 -1 CONTA CORRENTE 15.422-9 - BANCO DO BRASIL.

domingo, 18 de julho de 2010

Lágrimas de Chuva

VÍDEO DE AJUDA HUMANITÁRIA NA REGIÃO DAS ENCHENTES
Dia 24 de julho 5 dias após a primeira enchente, Fomos pela primeira vez a região, levando ajuda. Foi o início de uma mobilização a feita  partir do Agreste de Pernambuco, onde junto com parceiros (igreja Vale central e outros) dia 27 de julho 2010, 3 caminhões de donativos ( roupas & alimentos) foram entregues em Barreiros, uma das mais devastadas cidades em PE.


LÁGRIMAS DE CHUVA
O diretor Ademir Di Paula compara este curta das enchentes com o curta sobre Tsunamis, pois a devastação é praticamente a mesma. A idéia foi demonstrar a total realidade desta tragédia como se as pessoas estivesse lá e não pudessem fazer nada. O resultado foi incrível, porque realmente muitas pessoas viram matérias, mas não viram a verdade como ela é.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Desabafo de um pai após prisão do filho usuário de Crack

O carioca Bruno Kligierman, de 26 anos, começou a beber quando tinha 14. Pouco depois, largou os estudos. As bebedeiras se alternaram com mergulhos nas drogas, como maconha, ácido, cocaína e, mais recentemente, crack. Bruno chegou a virar mendigo. O desfecho trágico dessa trajetória deu-se na manhã de 24 de outubro de 2009. Sob efeito de crack, ele estrangulou a estudante Bárbara Calazans, de 18 anos, a quem chamava de "meu anjo da guarda". A notícia chegou ao pai de Bruno, o produtor cultural Luiz Fernando Prôa, por um telefonema do próprio filho. Prôa chamou a polícia e rumou para o local do crime – o apartamento do rapaz, no Flamengo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Bruno está preso. Pode pegar até vinte anos de cadeia por homicídio ou cumprir pena no manicômio judiciário, se comprovar sua dependência química. "Ele foi seu próprio carcereiro", resume o pai.

Tentei de tudo para convencê-lo a se internar. Ele foi cada vez mais descendo a ladeira
Rio - Menos de 24 horas após um crime bárbaro, quando Bruno de Melo (26 anos) matou a namorada Bárbara Calazans (18) por enforcamento, o pai do assassino, o produtor cultural Luiz Alberto Proa, fez um desabafo ao site do Jornal O Dia. Por email, ele afirma que fez de tudo para livrar o filho do vício, pediu perdão à família da jovem e criticou a política de controle de drogas feita pelo estado.
"Tentei de tudo para convencê-lo a se internar, mas vai pedir para um pinguço largar sua garrafa, é inútil. Ele foi cada vez mais descendo a ladeira. De mãos atadas fiquei esperando pelo pior ou por um milagre, já que segundo os "especialistas", que ditam as políticas públicas para o tratamento de drogas, o drogado tem de se internar por vontade própria.
A carta segue e, com ela, todo o desespero de um pai que viu o filho começar a usar substâncias chamadas de 'lícitas' e, com o passar dos anos, entrar em um buraco negro, neste caso, sem volta.
"Meu filho começou na droga pelo álcool, no colégio, esta droga LEGAL com que a propaganda bombardeia nossas crianças e jovens todo dia, escancaradamente, e que produz milhares de mortes no trânsito, destrói lares, pessoas do bem e, como se sabe, a primeira droga que os jovens experimentam. A maioria segue pela vida em maior ou menor grau se drogando com ela, o álcool, outros acabam provando das ilegais, sendo que uns fogem delas, outros se viciam numa espiral crescente e veloz. Em geral, passam pela maconha, vão na boca adquiri-la e os comerciantes felizes lhes oferecem um variado cardápio, self-service: cocaína, crack, haxixe, êxtase, ácido...
Sei que há seis anos perdi meu filho para o crack, mas apesar das sequelas e problemas, ele nunca deixou de ser carinhoso e educado com todos, o que lhe granjeou um número sempre crescente de amigos.
Ele passou por várias internações - tinha desde pequeno outros problemas mentais que se exacerbaram com as drogas. Sempre que saia, das internações, ficava bem, até encontrar os amigos, tomar umas cervejas e aí a coisa saía novamente de controle. Nestes tempos o vício, apesar de grave, ainda não tinha produzidos todos seus efeitos devastadores. Mas com o tempo e a reincidência o crack foi o devastando. Nos últimos tempos dizia-se derrotado para o vício, vivia muito deprimido e voltara a frequentar o NA, Narcóticos Anônimos.
A reportagem que o Brasil assistiu esta semana, da mãe que construiu uma cela em casa, para tentar salvar o filho viciado em crack é bem representativa de como as famílias vítimas deste flagelo estão abandonadas pelo Estado, se virando à própria sorte. E é bem possível que ela seja punida por isso. Na mesma reportagem uma psicóloga inteligente afirmava que o viciado em crack tem de vir voluntariamente para tratamento, este é o método correto, segundo a maioria dos que estão à frente das políticas para esta área. Será que essa profissional é incapaz de entender o estrago que o crack/cocaína ocasiona nas mentes de seus dependentes? Será que ela é capaz de perceber o flagelo que o comportamento desses doentes causam sobre as famílias?
Um drogado, ou adicto, que já perdeu o senso de realidade e o controle sobre sua fissura, torna-se um perigo para a sociedade, infernizando a família, partindo para roubos, prostituição e até assassinatos, por surto ou por droga. Esperar que uma pessoa com a mente destruída por droga pesada vá com seus próprios pés para uma clínica é mera ingenuidade destes profissionais. O Estado tem de intervir nesta questão para preservar as famílias e os inocentes. A internação compulsória para desintoxicação e reabilitação destes doentes, que já perderam todo o limite, é uma necessidade premente. Ou será que todas as famílias que vivem esse problema terão de construir jaulas em casa?
Se meu filho fosse filhinho de papai, como falaram, eu já teria pago uma ou mais internações, infelizmente o papai aqui não tem grana para isso, assim como a maioria das famílias vítimas deste, que insisto em reafirmar, flagelo.
Hoje vi uma pessoa boa se transformar num assassino, assim como aquele pai de família correto, que um dia bebe umas redondas, dirige, atropela e mata seis num ponto de ônibus.
As drogas ilegais ou não estão aí nas ruas fazendo suas vítimas diárias, transformando pessoas comuns em monstros e o Estado não pode ficar fingindo que não vê.
Dizem que vão gastar 100 milhões para equipar a polícia, mas e as vítimas diretas das drogas como ficam, os jovens humildes atraídos pelos criminosos para seu exército e os policiais mortos em combate nesta via indireta da guerra do tráfico?
Está na hora de acabar a hipocrisia!
Meu filho destruiu duas famílias, a da jovem e a dele, além de a si próprio. Queria sair do vício, mas não conseguia. Eu queria interná-lo à força e não via meios. Uma jovem, a quem ele amava, queria ajudá-lo e de anjo da guarda virou vítima.
Ele irá pagar pelo que fez, será feita justiça, isso não há dúvida. O arrependimento já o assola, desde que acordou do surto do crack deu-se conta do mal que sua loucura havia lhe levado a praticar. Ele me ligou, esperou a chegada da polícia e se entregou, não fugindo do flagrante. Não passarei a mão na cabeça dele, mas não o abandonarei. Ele cumprirá sua pena de acordo com a lei, dentro da especificidade de sua condição.
Infelizmente, só consegui interná-lo pela via torta da loucura, quando já não havia mais nada a fazer, num surto fatal.
Este é um caso de saúde pública que virou caso de polícia.
Que a família da Bárbara possa um dia perdoar nossa família por este ato imperdoável. Chorei por meu filho 6 anos atrás. Hoje minhas lágrimas vão para esta menina, que tentou por amor e amizade salvar uma alma, sem saber que lutava contra um exército que lucra com a proibição (que não minimiza o problema, pelo contrário, exacerba), por um bando de tecnocratas e suas teorias irreais, e para um Estado que, neste assunto, se mostra incompetente.
Leia toda a reportagem clicando aqui

terça-feira, 13 de julho de 2010

Vídeos de Água Preta, Barreiros, Palmares (doações após enchentes)

Entrega de doações em Barreiros, uma das cidades Pernambucanas mais devastadas pelas chuvas em 2010



 Entrega de doações em Palmares dia 09 de julho de 2010.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Videos dos Mutirões Itinerantes



Mutirão social itinerante da ONG chega a Manari em 2009



Mutirão social itinerante  da ONG chega a Currais Novos / RN

A educação sexual nas escolas, um assunto polêmico!

Livro didático recolhido em Recife por conteúdo pornográfico


O livro didático Mamãe, como eu nasci? ainda estava sendo distribuído entre alunos do terceiro ano do ensino fundamental da rede pública do Recife e já começou a ser recolhido, nesta semana, por iniciativa da Secretaria Municipal de Educação, diante da polêmica que provocou. De autoria de Marcos Ribeiro, premiado pela Academia Brasileira de Letras e referência nacional em educação sexual, o livro chegou a ser considerado “pornográfico” pelo vereador André Ferreira (PMDB), representante da bancada evangélica na Câmara.
Pais de alunos se mostraram revoltados com a publicação, que fala de forma clara sobre sexo e traz, entre as ilustrações, um menino e uma menina se masturbando – ele em uma banheira e ela defronte da televisão. Com o apoio de vereadores de vários partidos, a Câmara de Vereadores realizará uma audiência pública no dia 12 de maio para debater o assunto. “O livro usa cenas e palavras pesadas, chega a ser constrangedor ler o que está lá”, afirmou Ferreira, que o considera inadequado para crianças. Para ele, cabe aos pais a educação sexual dos filhos. “Quem é a escola para escolher o tempo certo para abordar o assunto?”
A diretora geral de ensino da Secretaria Municipal de Educação, Luiza Vasconcelos, afirmou que o recolhimento do livro é provisório, para discussão com as escolas e pais que tiveram dificuldade com a publicação. Ela defende o título, escrito há 18 anos e usado em várias escolas de Estados e Municípios brasileiros, como instrumento de proteção e prevenção.
“A partir do conhecimento do seu corpo, a criança pode se proteger”, afirmou, ao destacar que muitos alunos e professores não aceitaram devolvê-lo, o que é respeitado pela Secretaria. Segundo ela, 550 exemplares do livro – dentro de um kit de títulos didáticos – estavam sendo distribuídos com as turmas do primeiro ano do segundo ciclo, que têm idade entre oito a dez anos.
Fonte: Época
                             A educação sexual e seus frutos

Causa: Governo inglês impõe educação sexual nas escolas. A mentalidade estatal crê que crianças devem aprender sobre sexo o mais cedo possível.
Consequência: Menina de 6 anos um dia consegue desabafar para a mãe que estava sendo diariamente estuprada por seus amiguinhos de escola.
A mãe da menina declarou para o jornal SkyNet:
Ela me disse coisas que penso toda mãe tem medo de ouvir da própria filha. Foi horroroso o que ela passou.
Todo dia tiravam a roupa dela. Todo dia cometiam abusos sexuais e físicos com ela. E todo dia ela chorava pedindo socorro [na escola] e ninguém jamais aparecia.
Penso que não dá para desculpar isso. Como é que dá par dizer que tudo está bem e ninguém tem de prestar contas de nada?
O jornal então conclui:
Uma investigação oficial do abuso aceitou o fato de que uma conduta sexualmente prejudicial realmente ocorreu, mas concluiu que não dá para se tomar nenhuma medida com os responsáveis, pois são jovens demais.
Ninguém tem a menor dúvida de que um crime muito sério foi cometido. Mas ninguém vai ser condenado — nem mesmo o Estado, que estimula as crianças ao sexo, e depois com a maior cara de pau lava as mãos diante das conseqüências.
Por Julio Severo
Fonte: http://www.juliosevero.com/
Alemanha: 8 famílias presas por rejeitarem aulas obrigatórias de educação sexual para os filhos

(Por Peter J. Smith) – VESTFÁLIA, Alemanha — Pelo menos oito famílias teuto-russas de Salzkotten, Alemanha, sofreram multas pesadas e agora seus pais foram sentenciados à prisão, porque recusaram enviar seus filhos do ensino primário a aulas obrigatórias de educação sexual.
O Grupo Internacional de Direitos Humanos (GIDH), uma organização cristã de defesa legal que defende a liberdade religiosa e o direito de os pais educarem os filhos em casa na Europa, relata que além de recusarem permitir que seus filhos assistissem a aulas de educação sexual, as famílias também não permitiram que seus filhos fossem inscritos numa produção teatral de “Mein Körper gehört mir” ou “Meu Corpo Pertence a Mim”, que educa crianças novas a se engajar em relação sexual.
Já que as multas foram insuficientes para forçar as famílias a obedecer, as autoridades governamentais agora sentenciaram os respectivos pais de cada família a passar um breve período na prisão. Um pai passou sete dias na cadeia e foi solto na sexta-feira.
Em vez de impor multas punitivas normais sobre as famílias, o Estado optou por impor uma multa especial chamada “Bussgeld”, que Richard Guenther, diretor europeu do GIDH, explica que literalmente significa “dinheiro de arrependimento”, cujo “objetivo é mostrar contrição por uma conduta errada por parte da pessoa que foi multada”.
As multas “Bussgeld” têm um grande sentido, talvez principalmente porque colocam as oito famílias alemãs numa situação impossível: o pagamento das multas implicaria confissão de culpa, mas eles crêem que não fizeram nada de errado.
“Esse tipo de perseguição das autoridades do governo alemão contra as 8 famílias de Salzkotten mostra que o sistema alemão está empenhado em punir famílias que educam em casa e outros que não se submetem às leis de educação compulsória”, disse Joel Thornton, presidente do GIDH, “mesmo quando estão apenas tirando seus filhos de uma única aula claramente condenável”.
Thornton declara que diferente de boa parte do sistema de educação dos EUA, as autoridades alemãs “vêem as crianças como pertencentes ao Estado, particularmente durante o tempo em que estão na escola” e por esse motivo os interesses e os mandatos do Estado ficam na frente das convicções e autoridade dos pais sobre seus filhos.
Os advogados Gabriele e Armin Eckermann do grupo alemão de defesa da educação escolar em casa SchuzH intervieram com o GIDH para representar as 8 famílias de Salzkotten.
Thornton diz que a situação na Alemanha levou o GIDH a “adotar uma medida mais radical”. Essa medida envolve entrar com ação civil em favor de várias famílias perseguidas que educam em casa a fim de forçar os tribunais da Alemanha a reconhecerem os direitos dos pais como principais educadores de seus filhos.
Os cristãos da Alemanha estão enfrentando enorme perseguição do governo alemão por tirarem seus filhos das escolas públicas alemãs, ou por meio da educação escolar em casa — um ato ilegal de acordo com uma lei instituída durante o governo nazista — ou tirá-los de determinadas aulas que eles consideravam prejudiciais a seus valores cristãos, o que também é ilegal.
O fato de que essas crianças muitas vezes têm um desempenho acima do desempenho de outras crianças da mesma idade em escolas públicas tem pouca importância para a Alemanha; a política pública declarada do governo é suprimir a existência das Parallelgesellschaften ou “sociedades paralelas” baseadas em “convicções filosóficas separadas” por meio do sistema educacional.
O Jugendamt, ou Conselho Tutelar dos Direitos das Crianças e Adolescentes da Alemanha, age como o principal órgão de intervenção estatal, e quando prisão e multas não dobram as famílias cristãs para torná-las submissas, eles recomendam que esses pais cristãos percam a custódia de seus filhos.
Num caso, o Jugendamt, acompanhado por 15 agentes policiais fortemente armados, levou a força a adolescente Melissa Busekros, de 15 anos. Ela foi tirada de seu lar no meio da noite em 2007 contra sua vontade. Contudo, uma intervenção legal garantiu que Busekros tivesse permissão legal de voltar para sua família ao completar 16 anos.
O GIDH está atualmente representando Hans e Petra Schmidt, que enfrentam situação semelhante. Para não perder a custódia de Aaron, seu filho de 14 anos que recebe educação escolar em casa, eles estão lutando contra o Estado. Os Schmidts até agora foram multados em 13.000 euros por causa da educação escolar em casa e o governo já entrou com pedido para confiscar a casa deles.
Algumas famílias que educam em casa fugiram da Alemanha, ou para a Áustria vizinha ou outros países. Os pais alemães que educam em casa Uwe e Hannelore Romeike e sua família fugiram dos Estados Unidos em novembro passado para pedir asilo, uma ação que acabou atraindo a atenção dos meios de comunicação da Alemanha à extrema situação que enfrentam suas estimadas 300-500 famílias que educam em casa.

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

quinta-feira, 1 de julho de 2010

A semente que lançada na terra logo germinou.

Os donativos que levamos a cidade de Água Preta dia 24 de junho para os desabrigados por causa das enchentes, foi como uma semente lançada na terra que logo germinou. Ao voltarmos para Santa Cruz do Capibaribe. Davi havia ido conosco entregar donativos. Ele é um amigo e voluntário nas ações da ONG Pão é Vida, compartilhou em um retiro sobre a experiência que teve… Sua palavra despertou em outras pessoas o desejo de se envolver na campanha já iniciada para levar doações a Barreiros, uma das cidades de Pernambuco mais afetadas pelas enchentes.


Desse modo, dia 27 de junho de 2010, domingo pela manhã, saímos de Santa Cruz do Capibaribe junto com irmãos da igreja congregacional Vale central para Barreiros com 3 caminhões lotados de roupas, alimentos, água e lençóis para aliviar o sofrimento das pessoas.
Ao chegarmos na cidade de Barreiros em PE, a cidade ainda estava interditada... Tivemos que aguardar horas até conseguirmos nos deslocar pelas ruas devastadas para entregar os donativos, debaixo de muita chuva.

Dia 27 de junho após entregamos donativos em Barreiros tivemos problemas mecânicos em uma Toyota que usamos para levar voluntários para ajudar na ação. Ficamos aguardando o Davi que havia ido buscar uma mudança em Palmares. Desse modo deixamos o veiculo com problemas em um posto de incombustíveis e seguimos viagem 13 pessoas comprimidas dentro do caminhão baú junto com os moveis, detalhe, todos estávamos encharcados, pois levamos chuva durante todo o dia.
O rio Una estava enchendo novamente... meia hora depois que passamos, a PE foi interditada para o tráfego de veículos. Naquela madrugada o rio subiu 4 metros e o acesso que liga Catende a Palmares ficou submerso até a segunda feira dia 28 de junho.
Dia 29 estivemos em palmares na PIB e estabelecemos uma base para chegada de donativos e apoio para equipe de voluntários. A água subiu até o primeiro andar da igreja em Palmares. Quinta-feira estaremos de volta com uma equipe na região devastada pelas enchentes.
Agradecemos a todos que colaboram de algum modo. mantenedores, voluntários ou divulgando as atividades realizadas pelo Pão é Vida.

SEDE ADMINISTRATIVA: RUA DIÓGENES TABORDA 16 CASA II - JD ELEDY - SÃO PAULO /SP
PÃO É VIDA - AG: 0361 - CONTA CORRENTE 15.422-9 - BANCO DO BRASIL.
REPORTAGEM EXIBIDA NA TV GLOBO EM JANEIRO / 2009 - CASAL LEVA CIDADANIA AO SERTÃO
                                                     CONTATO: (81) 9278 9315