sábado, 11 de maio de 2013

COMEMORAÇÃO DO DIA DAS MÃES NA COMUNIDADE


Dia 11 de maio de 2013 realizamos atividades na comunidade Santo Antônio com o tema voltado da o dia das mães. As crianças ouviram a história bíblica da rainha Esther, que fala de uma linda e humilde moça que se veio se tornar rainha da Pérsia. Depois da história, elas respondiam perguntas, cada resposta certa dava direito a um brinde para presentear sua mamãe. Todas as crianças presentes tiveram a oportunidade de levar para casa uma mensagem e lanche para suas mamães.

Muitas pessoas se perguntam, como pode o Brasil ser uns pais ser tão rico e tão desigual? Há desigualdade social no mundo inteiro, e parte dela é pela velha a luta capital X trabalho, é antagônico que o capital produza riquezas e desigualdade ao mesmo tempo.
Há pessoas que fecham os olhos para as desigualdades sociais para se proteger, para não se sentir culpadas por possuírem algo que outros não possuem. Essa postura não ajuda modificar realidades... Se cada um fizer um pouquinho pelo próximo, poderá ajudar mudar realidades, porque fazer o bem faz bem!

Brasil tem déficit habitacional de 23 milhões de moradias
No Brasil, cerca de quatro milhões de pessoas moram em favelas. O déficit habitacional em todo o país é de 23 milhões de moradias. Um outro problema, e sério, decorrente da escassez de imóveis, é a inexistência de saneamento básico em muitas regiões.
Desde 2007, a Lei de Saneamento Básico (n° 11.445) diz que a prestação dos serviços públicos de água e esgoto deve observar uma série de condições que garantam o acesso de todos a serviços de qualidade e com continuidade.

Essa lei define a obrigatoriedade de que todos os municípios elaborem um plano nesse sentido. Mas especialistas ainda observam uma maior ação dos Estados nessa área, em vez da atuação dos municípios brasileiros {...}
Brasil é segundo país mais desigual do G20, aponta estudo
"Mesmo que o Brasil tenha avanços no combate da pobreza, ele é ainda um dos países mais desiguais do mundo, com uma agenda bem forte pendente nesta área", disse à BBC Brasil o chefe do escritório da Oxfam no Brasil, Simon Ticehurst.
BILIONÁRIA, EDUCAÇÃO BRASILEIRA PERMANECE ENTRE AS PIORES DO MUNDO.
É comum dizer que não se pode colocar preço na educação. Não no Brasil. O país é o 116º colocado em um ranking com 144 nações organizado pelo Fórum Econômico Mundial. E, mesmo assim, surpreende o mercado com notícias como a da recente fusão entre dois de seus principais grupos de ensino, Kroton e Anhanguera, que criaram uma empresa de US$ 5,9 bilhões, a maior do setor em todo o mundo, de acordo com os próprios executivos envolvidos na operação.
Carga tributária bate recorde e atinge 36,27% do PIB em 2012, diz estudo
A carga tributária brasileira subiu em 2012 chegou ao recorde de 36,27% do Produto Interno Bruto (PIB), aponta estudo divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). Em 2011, o índice fora de 36,02%, crescimento de 0,25 ponto percentual.
O estudo do IBPT concluiu que a arrecadação tributária chegou a R$ 1,59 trilhão em 2012, contra R$ 1,49 trilhão registrado em 2011.
Com isso, cada brasileiro pagou em média R$ 8.230,31 em impostos no ano passado, um aumento de R$ 460,37 ou de 5,93% em relação a 2011 (R$ 7.769,94). A arrecadação atingiu R$ 4,36 bilhões por dia, ou R$ 50,5 mil por segundo, diz o instituto {...}
Carga tributária no Brasil é maior do que nos EUA; Dinamarca lidera

A carga tributária do Brasil é maior do que a de países como o Japão, os Estados Unidos, a Suíça e o Canadá. A comparação faz parte de estudo da Receita Federal divulgado hoje (2) e leva em conta os dados mais recentes, apurados em 2008, entre os países-membros da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico).
Enquanto o peso dos impostos no bolso do cidadão chegou, em 2008, a 34,41% no Brasil --nível recorde--, no Japão ficou em 17,6%. A carga também foi menor, por exemplo, no México (20,4%), na Turquia (23,5%), nos Estados Unidos (26,9%), na Irlanda (28,3%), Suíça (29,4%), no Canadá (32,2%) e na Espanha (33%).
Acima do Brasil, ainda na comparação com os países da OCDE, ficam o Reino Unido (35,7%), a Alemanha (36,4%), Portugal (36,5%), Luxemburgo (38,3%), a Hungria (40,1%), Noruega (42,1%), França (43,1%), Itália (43,2%), Bélgica (44,3%), Suécia (47,1%) e Dinamarca (48,3%), que tem o nível mais alto entre os países do grupo.


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