Pular para o conteúdo principal

" EU LEVEI UM BANHO DE CIDADANIA" DISSE O JORNALISTA ...

  ...
Joana com o Jornalista e seus assistentes, que vieram do Rio de Janeiro conhecer de perto o trabalho da ONG Pão é Vida no Nordeste.
Disse um  jornalista em visita a ONG Pão é Vida.
Terça, dia 06 de maio, veio um jornalista e sua assistente vieram do Rio de Janeiro ver de perto o trabalho social que desenvolvemos! O Jornalista ficou aqui o dia inteiro, e ao ver os alunos chegarem para os cursos que a ONG oferece, ia perguntando aos alunos quanto cada um deles pagavam para fazer os CURSOS DE INFORMÁTICA E COSTURA... e eles respondiam: NÃO PAGAMOS NADA. Ele se dirigiu aos voluntários que davam aula e fez a pergunta! Vocês ganham quanto para ministrar as aulas, Eles respondiam NÃO SOMOS REMUNERADOS, fazemos para ajudar as pessoas.
No final da entrevista, o jornalista me chamou e disse: Joana, você é cabeleireira, Webdesign, Assistente Social, e ainda fez o curso de corte e costura para poder ajudar na ONG... Vocês poderiam viver para si mesmos, mas, vivem para melhorar a vida de outros! HOJE  EU LEVEI UM BANHO DE CIDADANIA! EU POSSO ESCREVER UM LIVRO DA TUA VIDA JOANA, EU ACHO QUE HISTÓRIA MERECE SER CONTADA!
Joana D´arc orientando alunas do curso de costura, ofertado gratuitamente pela ONG Pão é Vida.

Marcos Filho com alunos dos curso de informática básica, que funciona no Agreste de Pernambuco.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

APOIE O PROGRAMA RAIO DE LUZ

   ( Buscamos parceiros que apoiem) O PROGRAMA:  Nós que fazemos a  O.S.C. Pão é Vida  acreditamos no poder da educação, por isso, desde 2018 o implantamos o programa educacional:     Raio de luz, o nome foi escolhido pelas crianças em regime de votação.  O programa  oferta aulas gratuitas para crianças sertanejas. Estamos com desafio para continuar em 2026 o programa  que visa dar um suporte no letramento de quase 90 crianças  e adolescentes de comunidades vulneráveis. ONDE? O  programa vai acontecer no Sertão do Moxotó , mais precisamente nos Sítios: Quizanga,     Baixa II e  Baixa Grande, no município de Inajá. (Alto sertão de Pernambuco). Os princípios aplicados são: cooperação,  autogoverno,  ética, interdependência,  mordomia, autonomia e identidade.    QUANDO?  De março à novembro , as aulas tem duração de 4 horas sendo ofertadas no contra turno, visando não...

A primeira casa digna do ano de 2022, foi a casa da família da Emily.

  Por aqui, o sentimento é de gratidão! Fizemos a entrega ofocial de mais um casa digna no Sertão, no dia 28 de maio,  junto com Ritinha, Renato, Emily, amigos e familiares, nos reunimos para agradecer a Deus pela realização do sonho da família. Foi a união de pessoas do Rio de Janeiro, Camburiú e de Pernambuco que tornou possível que mais uma casa digna fosse construída para uma família sertaneja, bem como a compra de itens básicos.  Os recursos foram enviados pelos apoiadores para a empresa de materiais de construção, após uma minuciosa pesquisa de preços em 2    empresas distintas. Foi o desejo de ajudar realizar o sonho de Ritinha, e o comprometimento da educadora, Sônia Medeiros  que nos permitiu iniciarmos, uma vez que a Ritinha tinha ganhado o terreno do pai, mas não tinha condições financeiras de construir. Quando acabou o valor conseguido pela Sônia,   o Pr. Natanael,  Rafaela  e amigos, chegaram junto, e compartilhamos a necessid...

O POETA DA BICICLETA

                   Poeta Antônio Francisco Membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel desde 2006, o poeta Antônio Francisco Teixeira de Melo é conhecido como um dos maiores cordelistas da região. Graduado em História pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), Antônio Francisco apresenta pelos palcos da vida todo o seu talento de cordelista, xilógrafo e compositor. Ele começou a trabalhar profissionalmente com literatura tardiamente, aos 45 anos, mas isso não o impediu de construir uma carreira sólida, que rendeu vários livros e cordéis publicados e ter seu nome comparado a grandes mestres da cultura popular, como Patativa do Assaré. Nesta entrevista, o poeta fala sobre sua vida, desafios e sua paixão, a literatura.  O Mossoroense: Como foi que o senhor despertou o gosto pelos cordéis? Antônio Francisco:  Comecei a gostar de cordéis, quando vi meu pai abrir sua mala e ali dentro estar ...